Livro do Ano Bertrand para José Rodrigues dos Santos

Na data em que foi celebrado o Dia Mundial do Livro, a Bertrand Editora promoveu esta terça feira nas instalações da loja do Chiado, em Lisboa, a terceira edição da cerimónia de atribuição do Prémio Livro do Ano Bertrand, que desta vez apurou um total de 30 finalistas e 149 títulos pré-selecionados nas categorias de ficção lusófona, autores estrangeiros, reedição de obras essenciais e, pela primeira vez, na área da poesia.
As obras foram votadas previamente por um conjunto de leitores e livreiros, numa edição onde a participação excedeu os anos anteriores e ultrapassou os 22 mil votos. Durante a sessão, a editora anunciou que o livro “A Amante do Governador”, da autoria do jornalista José Rodrigues dos Santos, baseado em acontecimentos verídicos, foi o grande vencedor na categoria de Ficção Lusófona. Por sua vez, Heather Morris arrecadou o prémio de Ficção de Autores Estrangeiros com “O Tatuador de Auschwitz”. Na categoria de Reedição de Obras Essenciais, o prémio de livro do ano foi atribuído a John Steinbeck com a obra “A Leste do Paraíso”.
Já a escolha para melhor livro de Poesia recaiu sob “Nómada”, obra da autoria de José Luís Barreto Guimarães, num evento que contou com animação musical e a presença de Paulo Oliveira, CEO do Grupo Bertrand Círculo. Para o responsável, a evolução da atribuição do Prémio Livro do Ano pela editora tem sido “surpreendente” e reflete “a vontade dos leitores em reconhecer o que de melhor se fez no mercado editorial nacional”.
Sónia Lascasas. diretora da área Comercial e de Marketing, fez um “balanço positivo” do dia festivo. À Rádio Costa do Sol disse que há a preocupação por parte da Bertrand em “manter uma agenda cultural que inclui visitas guiadas à livraria mais antiga do mundo, workshops e tertúlias”, entre outras atividades. De salientar que cada obra vencedora terá reservado um lugar de destaque nas livrarias Bertrand durante o ano de 2019, num universo que ronda as nove milhões de sugestões para todos os amantes da leitura. Texto: Luís Geirinhas

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