Centenas cantam em Cascais pela Paz

Até esta quarta feira, estão em Portugal cerca de 600 músicos, entre os quais, quatro centenas de jovens e crianças, provenientes de 50 países para atuações de grupos corais que repartem-se entre Cascais e Lisboa, onde continua a decorrer o “2019 World Choral Expo Portugal”.

O evento internacional, que atrai milhares de amantes da música coral, reuniu na última segunda feira junto â Praça 5 de Outubro e no Centro Cultural de Cascais, músicos oriundos da Turquia, Canadá, Alemanha, Mongólia e México. Dirigido a todas as faixas etárias, o “World Choral Expo” apresenta os melhores coristas, maestros e compositores, bem como um projeto de colaboração entre a Europa, América do Norte, América do Sul, Africa e Asia.



O encontro “traz esta alegria e diversidade cultural dos seus países de origem, o que é sempre positivo para transmitir uma mensagem de paz, solidariedade e de entendimento entre povos”, destacou o presidente da câmara municipal Carlos Carreiras. Para a presidente da “International Federation for Choral Music”, Emily Kuo Vong, este evento é “um importante evento de dimensão internacional que atrai milhares de turistas de todo o mundo” e que contribui para “incentivar o culto da música coral em Portugal”.
A International Federation for Choral Music (IFCM), organização sem fins lucrativos que depende de patrocinadores para levar a cabo a missão de difundir a música coral pelo Mundo, promove ainda o “intercâmbio cultural e sócio-económico bem como os valores da paz”, tendo sido classificada ‘by appoitment of UNESCO’, bem como representante oficial do canto coral, junto do ‘International Music Council’.



Foi nesse âmbito que a propósito do evento deste ano, a organização preparou também um programa especial para crianças – o “Colourful Voices” -, que visa reunir os mais pequenos de diferentes países, etnias e religiões com o objetivo de poderem “cantar em conjunto pela paz, promovendo desta forma um mundo sem discriminação e que provoca a igualdade”. Uma missão onde as diferenças culturais e de natureza política, religiosa, étnicas e linguísticas “desaparecem quando se canta em conjunto, criando diversidade”, acrescentou Emily Kuo Vong.

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