Super Bock em Stock com novidades para novembro

A música vai regressar à Avenida da Liberdade, em Lisboa, nos dias 22 e 23 de novembro, para a edição deste ano do Super Bock em Stock.

Depois das confirmações de nomes como Kevin Morby, V**gra Boys, Nilüfer Yanya e Ghostly Kisses, há agora mais três propostas que prometem surpreender e conquistar o público, com as presenças do cantor e compositor norte-americano Curtis Harding, a banda belga Balthazar e os alemães MEUTE.



“O outonal mês de novembro passou a ser um dos meses mais desejados do ano e a responsabilidade é toda do Super Bock em Stock”, afirma em comunicado a promotora “Música no Coração”. A proposta, segundo a empresa de Luís Montez, é simples e irresistível, passando por “alguma da melhor nova música do mundo”, concentrada numa única avenida da cidade de Lisboa.
Nascido e criado em Saginaw (Michigan), nos Estados Unidos, Curtis Harding é considerado “uma das figuras do melhor rock e r&b da atualidade”. A sua voz “forte e marcante” valeu-lhe colaborações com nomes como os Outkast ou Ceelo Green, tendo a sua carreira ganho a partir de 2011, um novo impulso quando se cruzou com Cole Alexander, guitarrista da banda Black Lips. Depressa descobriram que partilhavam a paixão pela música soul de tempos antigos e essa partilha resultou no projeto Night Sun, uma fusão de r&b com rock de garagem, editado pela Burger Records. A editora puxou pelo músico e o músico puxou pela editora com “Soul Power”, o primeiro disco a solo, que apareceu em 2014. O segundo disco, “Face Your Fear”, foi produzido pelo próprio Curtis em colaboração com Danger Mouse e Sam Cohen. Trata-se de mais um registo para ouvir vezes sem conta, particularmente nestes meses que antecedem a atuação do músico no Super Bock em Stock.



Já o rock belga sempre deu bons frutos e os Balthazar são mais um exemplo disso mesmo. O primeiro disco da banda chegou em 2010 e entrou diretamente para o top dos mais vendidos na Bélgica, com a colaboração de Noah Georgeson (Strokes, Joanna Newsom, entre outros). “Rats”, o segundo disco da banda viu a luz do dia em 2012, editado pela Play It Again Sam. Desde então, o grupo continuou a crescer, marcando presença em alguns dos melhores festivais europeus. A atmosfera psicadélica, sem saudosismos, a identidade electro-pop e os rasgos punk fazem dos Balthazar “uma das melhores bandas indie do velho continente”. Entretanto, venceram os desafios da rotina e conseguiram reinventar-se em “Fever”, o seu último disco, editado este ano.
Por sua vez, os MEUTE são mesmo “um dos projetos mais originais dos últimos anos”. Basta ouvir o conceito para logo querer saber mais. Trata-se de uma banda techno que mais se parece com uma banda filarmónica. São onze músicos que desafiam todas as convenções e, com os seus instrumentos acústicos, reproduzem o trabalho de um DJ fechado na sua cabine.
Os MEUTE ficaram conhecidos por recriar alguns sucessos da música house e techno, invadindo as pistas, os palcos e até mesmo as ruas. O líder do grupo, o trompetista Thomas Burhorn, decidiu aliar a sua formação musical à paixão pela música eletrónica. Em pouco tempo, aquela que parecia ser uma combinação improvável transformou-se numa ideia vencedora. Em 2017 editaram o primeiro disco “Tumult”, que tenta preservar a energia dos momentos ao vivo, adicionando a sofisticação dos arranjos e da produção. Temas como “You & Me”, “Hey Hey” ou “REJ” já atingiram milhões de visualizações no Youtube. Na primavera de 2019 fizeram uma tour que passou por 14 países e mais de 40 cidades, e na próxima estação há mais concertos pelo mundo, com passagem por Portugal em novembro.

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