Trio “Remexido” lança álbum a 8 de novembro

Os Remexido, um trio de vozes do concelho de Almada que toca guitarra portuguesa, lança no próximo dia 8 de novembro, o seu mais recente álbum, que conta com 13 temas, oito dos quais em português, com destaque para os singles “Mulata”, “O que lá vai lá vai” e “Chorar noutro ombro”.

Com edição da @Cultlabel e publicado pela Rossio Music, o novo trabalho realça a “força da palavra fragmentada e a poesia liberta da pretensão”, através das vozes de João Lima, Carlos Ribeiro e João Dacosta, músicos que contam com inúmeras travessias pelo mundo da música nacional e que, caracterizam-se por “um forte pendor teatral e cinematográfico, invocando aspetos sociais e plurais da portugalidade revelados num conjunto de canções heterogéneo”.



A opção de aproximar estilos tão distintos, embora dificulte a nomeação de um género musical específico, reflete uma parte importante da identidade do grupo, cuja música explora territórios muito próprios, onde o fado, o tango, o folk e o indie rock manifestam “nostalgia, sedução e o espírito de viagem”. Resumindo, trata-se de um “tango mediterrânico que veste fado com tiques de rock numa embarcação vadia, que teima em não ancorar no mesmo porto mais do que uma canção”. Juntos desde 2015, os Remexido têm vindo a atuar em diversos locais como o Teatro-Estúdio António Assunção, Teatro Joaquim Benite e Cine-Incrível (Almada), Teatro A Barraca e Sabotage (Lisboa), Teatro da Malaposta (Odivelas), Festival Artes à Vila (Batalha) e Portas do Sol (Santarém), entre outros.
Lima, um dos membros deste agrupamento, nasceu em Lisboa e “tem complementado a sua atividade entre a
arquitetura, a pintura e a música. Com Oquestrada, percorreu palcos por todo o mundo, destacando-se a cerimónia da entrega do Prémio Nobel da Paz, em Oslo.Com esta banda, gravou os álbuns “Tasca Beat” e “Mad’in Portugal”. Fundador de [9.9], com a sua voz e à guitarra portuguesa, representou Portugal em Roma, na Bienal Jovens Criadores do Mediterrâneo, tendo gravado um CD de originais com o mesmo nome.



Já João Dacosta, também de Lisboa, é músico, compositor e ator. Tem integrado e fundado vários projetos musicais e fez a composição da música original para várias peças de teatro, entre as quais, “Aqui Jazz Bocage”, “Feras Amestradas”, “O Teatro”, “Antes de começar”, “Tenho um morto na minha cama” e “Retratos”. Como ator, já participou em cerca de duas dezenas de peças e percorreu palcos por todo o país e no Brasil. Refira-se que atualmente é músico dos “Earth Electric”, com quem fez uma digressão
europeia.

Por sua vez, o multi-instrumentista e compositor almadense Carlos Ribeiro, tem integrado projetos e acompanhando artistas de vários géneros musicais, nas áreas da composição, produção, arranjo e interpretação ao vivo e em estúdio, destacando-se o “Corvo” (rock), “Womucoba” (fusão, world), “Barafunda” (tradicional), “Dumanota” (jazz e bossa), Sofia de Portugal (fado) e Cabace (afro). Foto:DR

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